Estudantes tem a experiência de morte ainda vivos

Com a pressão sobre os estudante, muitos acabam cometendo
suicídio. Gerando uma enorme crise, sem precedentes no número de jovens que
cometem suicídio, na tentativa de encontrar uma solução o governo da Coreia do
Sul,  teve uma iniciativa no mínimo esquisita e assustadora, para tentar conter o
problemas, para tentar diminuir os casos de suicídios. Escolas estão aplicando
nos alunos e os colocando em caixões, para mostrar o impacto de suas
mortes nas vidas de suas famílias e amigos.
As estimativas, mostram que 40 pessoas se matam todos os
dias, um números são impressionantes, por não suportar o modo de vida do país, a
pressão que os alunos são submetidos, tanto nas escolas como nos trabalhos, e uma
sociedade extremamente competitiva que coloca os seus jovens em constante
pressão. Enquanto isso, a população de meia-idade e os idosos reclamam por
arcarem com grande parte dos encargos financeiros do cotidiano.Considerado um
dos países, que mais trabalham e estudam
durante a vida.
O governo na tentativa de amenizar a taxa de mortalidade, decidiu apresentar aos alunos nas escolas as consequências do suicídio. Nas
aulas, professores mostram como seria se eles morressem, tentando convencê-los
a apreciar a vida novamente. Mesmo sob-pressão, será que está dando certo?
Durante as aulas, os alunos devem escrever testamentos falsos,
e são trancados dentro de caixões, enquanto funerais falsos são encenados pelos
seus professores. No Centro Médico Hyowon,
em Seul, a presença dos jovens enviados pelos pais é maior a cada dia, na
procura da uma solução.
Os estudantes  devem ficar sentados no caixões, enquanto são
orientados a escrever seus testamentos falsos. O professor explica, que os
problemas que eles estão  enfrentando
diariamente, faz parte da vida, uma preparação para quando forem trabalhar.
Segundo o chefe do centro médico, Jeon Yong-mun, ex-funcionário de uma
funerária, os jovens sul-coreanos, por incrível que pareça, aprendem a
encontrar alegria dentro das dificuldades e aceitá-las. Conforme vão vivendo
suas vidas, muitos tendem a superar essa dificuldades, aprendendo a lidar com a
pressão sofrida.
As escolas buscam mostrar, que a ideia do suicido não é uma
solução, que os problemas sempre
existiram. Aplicando nos alunos esse novo método, que deve assustar a maioria
deles. O funeral falso começa com a  criação de uma carta de despedida, para
colegas e familiares. Depois, é tirada uma foto dos estudantes vestidos com
trajes tradicionais fúnebres, e colocada em porta-retratos que serão
“enterrados” junto com eles. Devem segurar a foto, em seus peitos.
A ideia do governo, é chamada de a“escola da morte”, na procura de  reproduzir os efeitos colaterais da morte, mostrando
a dor que envolve parentes deixados para trás, e convencer os estudantes a
abandonarem a prática do suicídio,  provocando
medo e trauma nos alunos.
O professor responsável pela sala diz que “é hora de ir para
o outro lado, de seguir  frente”. Velas são acesas e uma pessoa vestida como um
anjo da morte, entra na sala para fechar o caixão de cada aluno, até ter todos
os caixões fechados os alunos ficam na espera, vendo cada colega ter seu caixão lacrado.
Depois disso eles são deixados por cerca de 10 minutos, imagina a agonia que eles
devem sentir, para depois contemplarem a vida, tendo outro ponto de vista. Mas
também, depois dessa experiência!
A Coreia do Sul, já foi um dos países mais pobres, mas
conseguiu deixar de ser, se tornou a 12º maior na economia global, em apenas
algumas décadas. Entretanto, a súbita ascensão sul-coreana trouxe um preço caro
para as famílias do país, causando muitos conflitos na população.
A Coreia teve uma rápida mudança ideológica de coletivismo
para individualismo, desintegrou a noção tradicional de família, causando a
pressão sobres os jovens, que recebem por quase um terço da população, colocando
sobre os ombros a obrigação de sustentar seus familiares mais velhos.
~Ruana

Fonte: Yahoo

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