(Português do Brasil) Choi Jong Bum participa de segundo julgamento

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Em 30 de maio, um segundo julgamento foi realizado por Choi Jong Bum no Tribunal do Distrito Central de Seul. Ele havia sido acusado de violação da Lei de Casos Especiais Relativos à Punição de Crimes Sexuais (filmando partes do corpo sem consentimento), agressão que causa danos corporais, intimidação (chantagem), coerção e destruição e danos à propriedade.

Choi Jong Bum e Goo Hara se envolveram em uma briga física, onde ele machucou seus braços e pernas. Também foi revelado que ele havia tirado fotos de suas costas e pernas sem que ela soubesse e forçou Goo Hara a fazer com que seu CEO se ajoelhasse na frente dele. Ele foi indiciado sem detenção.

Choi Jong Bum compareceu ao julgamento com seu representante legal e não respondeu às perguntas dos repórteres. Embora Goo Hara não tenha aparecido no tribunal, seu advogado estava presente. Nem a colega de quarto de Goo Hara nem o CEO da agência de Goo Hara, que foram escolhidos como testemunhas pela promotoria, apareceram.

No julgamento, o advogado de Goo Hara declarou: “(Goo Hara) não está em posição de comparecer ao julgamento. Ela está atualmente recuperando sua saúde. Se o próximo julgamento puder ser agendado, ela participará. [Ela poderá comparecer] depois do início de julho”. Quando perguntado pelo tribunal sobre a companheira de quarto de Goo Hara, que foi escolhida como testemunha, ele declarou: “[ela] era júnior na universidade [de Goo Hara]” e acrescentou que ela lhe dissera que seria difícil para ela participar.

O lado de Goo Hara afirmou então: “A vítima quer fazer uma declaração. Ela disse que queria fazer isso sozinha”. Como resultado, o tribunal definiu a próxima data de julgamento para 25 de julho, e alocou cerca de 2 horas e 30 minutos de tempo, incluindo o tempo para o interrogatório de testemunhas.

No primeiro julgamento realizado em 18 de abril, Choi Jong Bum negou todas as acusações feitas contra ele, com exceção das acusações de destruição e danos à propriedade. Durante o julgamento, o advogado de Choi Jong Bum declarou: “As fotos não foram tiradas contra a vontade da vítima, e elas não são fotos que induziriam desejo sexual ou humilhação”.

Em 26 de maio, foi relatado que Goo Hara havia tentado o suicídio em um quarto de sua casa na noite anterior. Ela foi imediatamente transferida para o hospital depois de ser encontrada inconsciente pelo seu gerente. Devido a este incidente, o lado de Choi Jong Bum solicitou um adiamento para o julgamento, mas foi rejeitado pelo tribunal. Em 28 de maio, Goo Hara afirmou através de seu representante: “Eu realmente sinto muito por causar preocupação devido ao recente evento. Atualmente estou recuperando minha saúde”.

Fonte: (1)

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